A Bíblia responde:
O conceito do "sono da alma" não é uma doutrina bíblica. Quando a Bíblia diz que uma pessoa está "dormindo" em relação à morte (Lucas 8:52; 1 Coríntios 15:6), não significa um “sono” literal. Dormir é só uma forma de descrever a morte porque um corpo morto aparenta estar dormindo. A Bíblia nos diz que no momento que morremos, somos levados ao céu ou ao inferno, dependendo de se colocamos nossa fé em Cristo para a nossa salvação. Para os Cristãos, estar ausente do corpo é estar presente com o Senhor (2 Coríntios 5:6-8; Filipenses 1:23).
Para os incrédulos, a morte significa punição eterna no inferno (Lucas 16:22-23). No momento que morremos, temos que encarar o julgamento de Deus (Hebreus 9:27). Até à ressurreição, no entanto, há um céu temporário chamado de “Paraíso” (Lucas 23:43; 2 Coríntios 12:4) e um inferno temporário chamado no grego de “Hades” (Apocalipse 1:18; 20:13-14).
De certa forma, o corpo de uma pessoa está “dormindo” enquanto sua alma está no Paraíso ou Hades. Esse corpo então é “acordado” e transformado em um corpo eterno que essa pessoa possuirá por toda a eternidade. Esses corpos eternos são o que possuiremos por toda a eternidade, quer estejamos no céu ou no inferno.
Aqueles que estavam no Paraíso serão enviados ao novo céu e nova terra (Apocalipse 21:1). Aqueles que estavam no Hades serão lançados no lago de fogo (Apocalipse 20:11-15). Esses serão os dois destinos finais de todas as pessoas – baseado completamente em se aquela pessoa confiou apenas em Jesus Cristo para a salvação de seus pecados ou não.
Grupos atuais que defendem a doutrina do sono da alma são a Igreja Adventista do Sétimo Dia, as Testemunhas de Jeová, os Cristadelfianos e outros.
O que a Bíblia diz sobre adoração a santos e a Maria?
A Bíblia responde:
A Bíblia é absolutamente clara ao dizer que devemos adorar somente a Deus. As únicas ocorrências na Bíblia de alguém, além de Deus, recebendo adoração, são em relação a falsos deuses, que são Satanás e seus demônios. Todos os seguidores do Senhor Deus rejeitam adoração a eles dirigida. Pedro e os apóstolos se recusaram a ser adorados (Atos 10:25-26; 14:13-14). Os santos anjos se recusaram a ser adorados (Apocalipse 19:10; 22-9). A resposta é sempre a mesma: “Adora a Deus!”
Os católicos romanos tentam “fazer vista grossa” a estes claros princípios escriturais dizendo que não “adoram” Maria ou santos, mas que, ao invés, somente “veneram” Maria e os santos. Usar uma palavra diferente não muda a essência do que está sendo feito. Uma definição de “venerar” é “olhar com respeito e reverência”. Em nenhum lugar da Bíblia a nós é dito para que reverenciemos qualquer um que não seja Deus, e apenas Deus. Não há nada de errado em respeitar estes cristãos cheios de fé que nos antecederam (veja Hebreus capítulo 11). Não há nada de errado em honrar Maria como a mãe terrena de Jesus. A Bíblia descreve Maria como “agraciada” do Senhor (Lucas 1:28). Ao mesmo tempo, não há qualquer instrução na Bíblia para que reverenciemos aqueles que já foram para o Céu. Devemos sim seguir o exemplo que deram, mas não adorá-los, reverenciá-los ou venerá-los, não isso!
Quando forçados a admitir o que eles fazem, ou seja, adorar Maria, os católicos dizem que eles adoram a Deus através dela, louvando a maravilhosa criação que Deus fez. Maria, em suas mentes, é a mais bela e maravilhosa criação de Deus, e louvando-a, eles estão louvando seu Criador. Para os católicos, isto é o mesmo que elogiar um artista por meio do elogio a sua escultura ou pintura. O problema com isto é que Deus explicitamente ordena contra a adoração a Ele através das coisas criadas. Não devemos nos curvar e adorar qualquer semelhança do que há em cima nos céus nem embaixo na terra (Êxodo 20:4-5). Romanos 1:25 não poderia ser mais claro: “Pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Amém.” Sim, Deus criou coisas maravilhosas e surpreendentes. Sim, Maria era mulher piedosa, que é digna de nosso respeito. Não, absolutamente não devemos adorar a Deus de forma “indireta” ao louvarmos outras coisas (ou pessoas) que Ele criou. Fazê-lo é óbvia idolatria.
A maioria dos católicos “venera” Maria e os santos orando a eles. Como demonstra o artigo seguinte, a oração a qualquer um que não seja apenas Deus é antibíblico - orar a santos e Maria. Se Maria e/ou os santos recebem orações, ou petições, isto é prática não-bíblica. A oração é um ato de adoração. Quando oramos a Deus, estamos admitindo que precisamos de Sua ajuda. Direcionar nossas orações a qualquer um que não seja Deus é roubar de Deus a glória que é somente Sua.
Outra forma que os católicos têm de “venerar” Maria e os santos é criando estátuas e imagens deles. Muitos católicos usam imagens de Maria e/ou dos santos como “amuletos de boa sorte”. Qualquer leitura superficial da Bíblia irá revelar que esta prática é evidente idolatria (Êxodo 20:4-6; I Coríntios 12:12; I João 5:21). Rezar passando os dedos nas contas do rosário é idolatria. Acender velas perante uma estátua ou retrato de santos é idolatria. Enterrar uma estátua de José na esperança de vender sua casa (e outras incontáveis práticas católicas) é idolatria.
A terminologia não é a questão. Se a prática é descrita como “adoração” ou “veneração”, ou qualquer outro termo, o problema é o mesmo. A qualquer momento que creditarmos algo que pertence a Deus a qualquer outro alguém, isto é idolatria. A Bíblia, em nenhum lugar, nos instrui para que reverenciemos, oremos, confiemos ou “idolatremos” qualquer um que não seja Deus. Devemos adorar somente a Deus. Glória, louvor e honra pertencem somente a Deus. Somente Deus é digno de “...receber glória, e honra, e poder...” (Apocalipse 4:11). Somente Deus é digno de receber nossa adoração, exaltação e louvor (Neemias 9:6; Apocalipse 15:4). (gotquestions.org)
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A Bíblia é absolutamente clara ao dizer que devemos adorar somente a Deus. As únicas ocorrências na Bíblia de alguém, além de Deus, recebendo adoração, são em relação a falsos deuses, que são Satanás e seus demônios. Todos os seguidores do Senhor Deus rejeitam adoração a eles dirigida. Pedro e os apóstolos se recusaram a ser adorados (Atos 10:25-26; 14:13-14). Os santos anjos se recusaram a ser adorados (Apocalipse 19:10; 22-9). A resposta é sempre a mesma: “Adora a Deus!”
Os católicos romanos tentam “fazer vista grossa” a estes claros princípios escriturais dizendo que não “adoram” Maria ou santos, mas que, ao invés, somente “veneram” Maria e os santos. Usar uma palavra diferente não muda a essência do que está sendo feito. Uma definição de “venerar” é “olhar com respeito e reverência”. Em nenhum lugar da Bíblia a nós é dito para que reverenciemos qualquer um que não seja Deus, e apenas Deus. Não há nada de errado em respeitar estes cristãos cheios de fé que nos antecederam (veja Hebreus capítulo 11). Não há nada de errado em honrar Maria como a mãe terrena de Jesus. A Bíblia descreve Maria como “agraciada” do Senhor (Lucas 1:28). Ao mesmo tempo, não há qualquer instrução na Bíblia para que reverenciemos aqueles que já foram para o Céu. Devemos sim seguir o exemplo que deram, mas não adorá-los, reverenciá-los ou venerá-los, não isso!
Quando forçados a admitir o que eles fazem, ou seja, adorar Maria, os católicos dizem que eles adoram a Deus através dela, louvando a maravilhosa criação que Deus fez. Maria, em suas mentes, é a mais bela e maravilhosa criação de Deus, e louvando-a, eles estão louvando seu Criador. Para os católicos, isto é o mesmo que elogiar um artista por meio do elogio a sua escultura ou pintura. O problema com isto é que Deus explicitamente ordena contra a adoração a Ele através das coisas criadas. Não devemos nos curvar e adorar qualquer semelhança do que há em cima nos céus nem embaixo na terra (Êxodo 20:4-5). Romanos 1:25 não poderia ser mais claro: “Pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Amém.” Sim, Deus criou coisas maravilhosas e surpreendentes. Sim, Maria era mulher piedosa, que é digna de nosso respeito. Não, absolutamente não devemos adorar a Deus de forma “indireta” ao louvarmos outras coisas (ou pessoas) que Ele criou. Fazê-lo é óbvia idolatria.
A maioria dos católicos “venera” Maria e os santos orando a eles. Como demonstra o artigo seguinte, a oração a qualquer um que não seja apenas Deus é antibíblico - orar a santos e Maria. Se Maria e/ou os santos recebem orações, ou petições, isto é prática não-bíblica. A oração é um ato de adoração. Quando oramos a Deus, estamos admitindo que precisamos de Sua ajuda. Direcionar nossas orações a qualquer um que não seja Deus é roubar de Deus a glória que é somente Sua.
Outra forma que os católicos têm de “venerar” Maria e os santos é criando estátuas e imagens deles. Muitos católicos usam imagens de Maria e/ou dos santos como “amuletos de boa sorte”. Qualquer leitura superficial da Bíblia irá revelar que esta prática é evidente idolatria (Êxodo 20:4-6; I Coríntios 12:12; I João 5:21). Rezar passando os dedos nas contas do rosário é idolatria. Acender velas perante uma estátua ou retrato de santos é idolatria. Enterrar uma estátua de José na esperança de vender sua casa (e outras incontáveis práticas católicas) é idolatria.
A terminologia não é a questão. Se a prática é descrita como “adoração” ou “veneração”, ou qualquer outro termo, o problema é o mesmo. A qualquer momento que creditarmos algo que pertence a Deus a qualquer outro alguém, isto é idolatria. A Bíblia, em nenhum lugar, nos instrui para que reverenciemos, oremos, confiemos ou “idolatremos” qualquer um que não seja Deus. Devemos adorar somente a Deus. Glória, louvor e honra pertencem somente a Deus. Somente Deus é digno de “...receber glória, e honra, e poder...” (Apocalipse 4:11). Somente Deus é digno de receber nossa adoração, exaltação e louvor (Neemias 9:6; Apocalipse 15:4). (gotquestions.org)
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CURIOSIDADE BÍBLICA: SE NO COMEÇO ERAM SÓ ADÃO, EVA, CAIM E ABEL, DE ONDE SURGIU A ESPOSA DE CAIM?
A Bíblia responde:
Sua dúvida diz respeito a Gênesis 4:16, 17: “Retirou-se Caim da presença do SENHOR e habitou na terra de Node, ao oriente do Éden. E coabitou Caim com sua mulher; ela concebeu e deu à luz a Enoque. Caim edificou uma cidade e lhe chamou Enoque, o nome de seu filho.”
É certo que as Escrituras não mencionam o nome da mulher de Caim e nem a sua procedência. Porém, devemos nos lembrar que a Terra já tinha começado a ser povoada quando ele se casou. Com certeza, naquela altura dos acontecimentos, havia muito mais do que apenas 5 pessoas, inclusive outras mulheres além de Eva. Notemos os seguintes pontos antes de chegarmos a uma conclusão:
1. Em Gênesis são mencionados pelos nomes os filhos de Caim e depois os de Sete, que seria o patriarca da segunda geração, nascido quando Adão tinha 130 anos (Gênesis 5:3). E o Livro Santo afirma ainda que Adão, além de Sete, “gerou filhos e filhas” (Gênesis 5:4). Não sendo importantes tais detalhes, não foram mencionados os nomes e nem a quantidade de filhos e filhas que Adão e Eva tiveram, mas, é certo que a bênção de Deus ao casal, registrada em Gênesis 1:28, já estava se cumprindo: “E Deus os abençoou e lhes disse: Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra…” E, num tempo em que a vida humana se media em séculos, a descendência de Adão já deveria ser numerosa. Portando, uma dessas filhas de Adão, irmã de Caim, poderia ter sido sua esposa.
2. Caim cometeu o brutal homicídio em idade já madura. Diz Gênesis 4:3: “Aconteceu que no fim de uns tempos trouxe Caim do fruto da terra uma oferta ao SENHOR. "Isso mostra o transcorrer de um período considerável de tempo. A tradução de Matos Soares e de Figueiredo diz: “Passados muitos anos…”. E, o “Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia” também admite esta hipótese: “ao fim de muitos dias denota um período indefinido e considerável de tempo transcorrido. Ora, a esta altura dos acontecimentos, já a prole de Adão estaria numerosíssima”.
3. Alguns acreditam que a mulher de Caim até poderia ter sido uma sobrinha dele, filha de Sete. Baseiam-se no fato de ter decorrido muito temo o exílio de Caim na terra de Node, (Gênesis 4:16) e o seu casamento relatado no verso 17. E o verso 25 afirma que Adão e Eva tiveram outro filho para substituir o justo Abel assassinado. Esse era Sete, e também ele “gerou filhos e filhas”. Gênesis 5:7. A terra de Node, para onde Caim foi, era conhecida com esse nome no tempo de Moisés, (em que ele estava escrevendo o Livro!) que relatou por inspiração divina a história de Caim. É bem provável que no tempo de Caim o lugar não tinha nome. Também é importante considerarmos que o relato da vida de Adão foi feito por Moisés talvez milênios depois dos acontecimentos. Este é o motivo de se dizer que Caim fundou uma cidade (Gênesis 4:17), quando talvez se tenha fundado com o alastramento de sua própria prole.
4. Há ainda comentaristas que admitem que no espaço de 300 anos, o número de filhas e filhos de Adão era superior a 50 e mais de 20 os filhos de Sete.
5. A dificuldade geral parece estar no capítulo 4 verso 17, onde diz que Caim conheceu sua mulher. Mas o texto não diz que ele a conheceu de vista pela primeira vez. Afirma que ele a conheceu e ela concebeu um filho. O seu conhecimento quanto à sua mulher não foi no sentido de a ver pela primeira vez, mas sim de gerar um filho. É comum na Bíblia usar o termo “conhecer” para se referir à relação sexual (ver Mateus 1:25).
Podemos concluir que tanto Caim quanto Sete e todos os demais filhos de Adão e Eva casavam-se ou com uma irmã sua ou com uma sobrinha (naquele tempo os homens não se casavam tão prematuramente como nos nossos dias). E, ao tempo em que Caim pensara em casar-se, havia muitas irmãs e muitas sobrinhas, o que não lhe trouxe dificuldades para encontrar uma esposa.
*Autor desconhecido. A resposta foi editada pelo jornalista e consultor bíblico Leandro Quadros.
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Sua dúvida diz respeito a Gênesis 4:16, 17: “Retirou-se Caim da presença do SENHOR e habitou na terra de Node, ao oriente do Éden. E coabitou Caim com sua mulher; ela concebeu e deu à luz a Enoque. Caim edificou uma cidade e lhe chamou Enoque, o nome de seu filho.”
É certo que as Escrituras não mencionam o nome da mulher de Caim e nem a sua procedência. Porém, devemos nos lembrar que a Terra já tinha começado a ser povoada quando ele se casou. Com certeza, naquela altura dos acontecimentos, havia muito mais do que apenas 5 pessoas, inclusive outras mulheres além de Eva. Notemos os seguintes pontos antes de chegarmos a uma conclusão:
1. Em Gênesis são mencionados pelos nomes os filhos de Caim e depois os de Sete, que seria o patriarca da segunda geração, nascido quando Adão tinha 130 anos (Gênesis 5:3). E o Livro Santo afirma ainda que Adão, além de Sete, “gerou filhos e filhas” (Gênesis 5:4). Não sendo importantes tais detalhes, não foram mencionados os nomes e nem a quantidade de filhos e filhas que Adão e Eva tiveram, mas, é certo que a bênção de Deus ao casal, registrada em Gênesis 1:28, já estava se cumprindo: “E Deus os abençoou e lhes disse: Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra…” E, num tempo em que a vida humana se media em séculos, a descendência de Adão já deveria ser numerosa. Portando, uma dessas filhas de Adão, irmã de Caim, poderia ter sido sua esposa.
2. Caim cometeu o brutal homicídio em idade já madura. Diz Gênesis 4:3: “Aconteceu que no fim de uns tempos trouxe Caim do fruto da terra uma oferta ao SENHOR. "Isso mostra o transcorrer de um período considerável de tempo. A tradução de Matos Soares e de Figueiredo diz: “Passados muitos anos…”. E, o “Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia” também admite esta hipótese: “ao fim de muitos dias denota um período indefinido e considerável de tempo transcorrido. Ora, a esta altura dos acontecimentos, já a prole de Adão estaria numerosíssima”.
3. Alguns acreditam que a mulher de Caim até poderia ter sido uma sobrinha dele, filha de Sete. Baseiam-se no fato de ter decorrido muito temo o exílio de Caim na terra de Node, (Gênesis 4:16) e o seu casamento relatado no verso 17. E o verso 25 afirma que Adão e Eva tiveram outro filho para substituir o justo Abel assassinado. Esse era Sete, e também ele “gerou filhos e filhas”. Gênesis 5:7. A terra de Node, para onde Caim foi, era conhecida com esse nome no tempo de Moisés, (em que ele estava escrevendo o Livro!) que relatou por inspiração divina a história de Caim. É bem provável que no tempo de Caim o lugar não tinha nome. Também é importante considerarmos que o relato da vida de Adão foi feito por Moisés talvez milênios depois dos acontecimentos. Este é o motivo de se dizer que Caim fundou uma cidade (Gênesis 4:17), quando talvez se tenha fundado com o alastramento de sua própria prole.
4. Há ainda comentaristas que admitem que no espaço de 300 anos, o número de filhas e filhos de Adão era superior a 50 e mais de 20 os filhos de Sete.
5. A dificuldade geral parece estar no capítulo 4 verso 17, onde diz que Caim conheceu sua mulher. Mas o texto não diz que ele a conheceu de vista pela primeira vez. Afirma que ele a conheceu e ela concebeu um filho. O seu conhecimento quanto à sua mulher não foi no sentido de a ver pela primeira vez, mas sim de gerar um filho. É comum na Bíblia usar o termo “conhecer” para se referir à relação sexual (ver Mateus 1:25).
Podemos concluir que tanto Caim quanto Sete e todos os demais filhos de Adão e Eva casavam-se ou com uma irmã sua ou com uma sobrinha (naquele tempo os homens não se casavam tão prematuramente como nos nossos dias). E, ao tempo em que Caim pensara em casar-se, havia muitas irmãs e muitas sobrinhas, o que não lhe trouxe dificuldades para encontrar uma esposa.
*Autor desconhecido. A resposta foi editada pelo jornalista e consultor bíblico Leandro Quadros.
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O QUE DIZ A BÍBLIA SOBRE O CHIP QUE PODE SER IMPLANTADO SOB A PELE?
O chip que pode ser implantado sob a pele.
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A BÍBLIA RESPONDE:
"A todos, os pequenos e os grandes, os ricos e os pobres, os livres e os escravos, faz que lhes seja dada certa marca sobre a mão direita ou sobre a fronte, para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tem a marca, o nome da besta ou o número do seu nome. Aqui está a sabedoria. Aquele que tem entendimento calcule o número da besta, pois é número de homem. Ora, esse número é seiscentos e sessenta e seis" (Ap 13.16-18).
A discoteca espanhola Baja Beach Club em Barcelona começou a usar, pela primeira vez no mundo, algo semelhante à marca descrita no último livro da Bíblia... Os clientes habituais da discoteca podem mandar implantar um chip no braço. Além dos dados pessoais ele terá capacidade de armazenar seu saldo. Na entrada, os clientes "chipados" serão facilmente identificados através de um leitor de raios laser e os garçons poderão debitar as despesas diretamente no braço do cliente. Quando o saldo acabar, bastará recarregá-lo.
O chip é um produto da empresa norte-americana Applied Digital Solutions... Seu plano é implantá-lo no maior número possível de pessoas.
Localização via satélite (GPS).
|
Chips com outras capacidades estão sendo desenvolvidos e usados nos Estados Unidos, por exemplo, para aumentar as vendas da multinacional de bebidas Coca-Cola. Ela lançou uma campanha de marketing centrada em 120 latas de refrigerante especiais. Sua aparência e seu peso não permitem reconhecer que estão equipadas com telefone celular e um chip GPS (Global Positioning System). Os felizes compradores das latinhas premiadas devem identificar-se por telefone notificando seu achado e levar a latinha sempre consigo até que uma equipe da Coca-Cola os localize para informá-los sobre seus prêmios".
Essas notícias comprovam a atualidade das afirmações bíblicas! Como é possível que alguém, há dois mil anos atrás, distante de todas as possibilidades tecnológicas de hoje, tenha descrito tais desenvolvimentos? Em Apocalipse 13 são relatados acontecimentos que se dariam apenas nos tempos finais, pouco antes da volta de Jesus. O idoso apóstolo João, que vivia exilado na ilha de Patmos, escreveu que, no fim dos tempos, as pessoas iriam receber uma marca em sua mão direita ou em sua fronte, e que poderiam comprar ou vender apenas com ela. Além disso, ele fala de uma imagem que teria fôlego e falaria (Ap 13.15). Como ele podia ter a certeza e a "ousadia" de escrever algo assim? Naquela época, suas afirmações estavam bem longe da realidade. Além disso, o que significavam suas palavras? Que valor tinham essas descrições minuciosas de algo que ninguém conhecia? Será que João não temia cair no ridículo ou não havia o perigo da Bíblia ser posta de lado por ser considerada uma coleção de fábulas? Qualquer "ser pensante" – caso a Bíblia fosse um "conto de fadas" – teria evitado fazer afirmações desse teor, preferindo escrever coisas mais genéricas, pensamentos filosóficos ou literatura poética. Mas João estava absolutamente convicto de que tudo o que viu e escreveu correspondia integralmente à verdade.
A Bíblia não é, de forma alguma, um livro de contos. Ela é a revelação divina à humanidade. Só um Deus que conhece os mínimos detalhes do futuro e dos processos históricos pode mandar escrever fatos futuros através da inspiração de Seu Espírito. Somente Deus sabia de antemão que aproximadamente mil e novecentos anos mais tarde um aparelho iria influenciar o mundo através de uma imagem que fala e se move. Somente um Ser Supremo poderia saber que dois mil anos depois seria possível implantar um chip sob a pele. Apenas Ele poderia mandar predizer que essas coisas incomparáveis iriam acontecer. Somente um Deus que é a Verdade poderia anunciar algo tão "inacreditável" para provar que Sua Palavra é verdadeira e que podemos crer em tudo o que Ele diz. O Senhor Jesus expressou essa verdade ao dizer: "Desde já vos digo, antes que aconteça, para que, quando acontecer, creiais que EU SOU" (Jo 13.19).
A última fase do fim dos tempos teve início com o ajuntamento dos judeus em sua pátria e com a fundação do Estado de Israel em 1948. Praticamente em paralelo, os processos em desenvolvimento no nosso mundo se direcionam em ritmo cada vez mais acelerado para o cumprimento do Apocalipse.
"Quem não se deixa vencer pela verdade divina será vencido pelo engano", disse Agostinho. Não resta muito tempo para ridicularizar a Bíblia, pois a seriedade de suas palavras é muito evidente! (Norbert Lieth - http://www.chamada.com.br).
| Norbert Lieth É Diretor da Chamada da Meia-Noite Internacional. Suas mensagens têm como tema central a Palavra Profética. Logo após sua conversão, estudou em nossa Escola Bíblica e ficou no Uruguai até concluí-la. Por alguns anos trabalhou como missionário em nossa Obra na Bolívia e depois iniciou a divulgação da nossa literatura na Venezuela, onde permaneceu até 1985. Nesse ano, voltou à Suíça e é o principal preletor em nossas conferências na Europa. É autor de vários livros publicados em alemão, português e espanhol. MEVEDESP - evangelizing and edifying lives on the Rock of the ages - |
Haverá Criança no Inferno?
A Bíblia responde:
"Jesus, porém, disse: Deixai
as crianças e não as impeçais de virem a mim, porque de tais é o reino dos
céus". (Mt 19.14)
A Bíblia ensina que sobre as
crianças não é imputado pecado e que, para entrar no reino de Cristo, temos que
nos tornar como uma criancinha (Mateus 18.1-4; 19.13-15). Paulo falou de um
tempo quando ele estava vivo, antes que o pecado entrasse em sua vida (Romanos
7:9). Moisés falou de crianças que não conheceram nem o bem nem o mal
(Deuteronômio 1.39).
Quando uma criança cresce, chega o tempo em que ela é
atraída por seus próprios desejos, é tentada e peca (Tiago 1.14-15). Nesse
tempo ela é culpada de pecado diante de Deus e necessita da salvação. Antes
disto, as crianças são puras, sem atribuição de pecado e seguras aos olhos de
Deus.
Todas as pessoas, sem
exceção, quando morrem, morrem como alguém que é vaso de misericórdia ou vaso
de ira. Jovens e crianças que morrem antes que seus corações comecem a
robustecer contra a Deus incluem-se na categoria daqueles sobre quem Deus
mostrou misericórdia.
A morte deles testifica que Deus deve tê-los preparado
instantaneamente para o céu através da limpeza e regeneração, sabendo que
morreram despreparados para a ira. Mateus 21.16b é uma conclusão adequada,
“pela bocas dos meninos e das criancinhas no peito tiraste o perfeito louvor”.
O louvor deles pela glória de Deus será ouvido no céu, não no inferno.
Os infantes estão em
segurança na presença de Deus – Não haverá crianças no inferno.
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O que diz a Bíblia sobre o papa e o papado?
A Bíblia responde:
O ensinamento da Igreja Católica Romana sobre o papa (“papa” significa “pai”) é baseado em e envolve os seguintes ensinamentos romanos católicos:
1) Cristo fez de Pedro o líder dos apóstolos e da igreja (Mateus 16:18-19). Em dar a Pedro as “chaves do reino”, Cristo não apenas fez dele líder, mas também fez dele infalível quando agindo ou falando como representante de Cristo na terra (falando de sua cadeira de autoridade, ou ex cathedra). Esta capacidade de agir no interesse da igreja de forma infalível quando falando “ex cathedra” foi passada de Pedro para seus sucessores, dando desta forma à Igreja um infalível guia na terra. O propósito do papado é guiar a Igreja sem cometer erros.
2) Mais tarde, Pedro se tornou o primeiro Bispo de Roma. Como tal, ele exercia a autoridade sobre todos os bispos e líderes da igreja. O ensinamento de que o Bispo de Roma está acima de todos os bispos em autoridade é conhecido como a “supremacia” do Bispo de Roma.
3) Pedro passou adiante a sua autoridade apostólica ao próximo Bispo de Roma, juntamente com os outros apóstolos que passaram adiante a sua autoridade apostólica aos bispos por eles ordenados. Estes novos bispos, por sua vez, passaram adiante a sua autoridade apostólica àqueles bispos que eles mais tarde ordenaram e assim por diante. Esta “passagem da autoridade apostólica” é conhecida como “sucessão apostólica”.
4) Baseados na alegação católica romana de uma corrente contínua de bispos romanos, os católicos romanos ensinam que a Igreja Católica Romana é a verdadeira igreja, e que todas as igrejas que não aceitam a supremacia do papa têm se desviado dela, a igreja única e verdadeira.
Depois de termos rapidamente visto alguns dos ensinamentos da Igreja Católica Romana a respeito do papado, a questão é se estes ensinamentos estão em concordância com as Escrituras.
A Igreja Católica Romana vê o papado e a autoridade infalível da “Igreja mãe” como sendo necessários para guiar a Igreja, e usa isto como raciocínio lógico para justificar a provisão de Deus neste assunto. No entanto, ao examinar as Escrituras, podemos achar o seguinte:
1) Apesar de Pedro ter sido central na primeira expansão do evangelho (parte do significado por trás de Mateus 16:18-19), o ensinamento das Escrituras, tomado em contexto, em nenhum lugar declara que ele estivesse em autoridade sobre os outros apóstolos ou acima da Igreja (veja Atos 15:1-23; Gálatas 2:1-14; I Pedro 5:1-5). Nem é jamais ensinado que o Bispo de Roma deveria ter supremacia sobre a Igreja. Ao invés, há apenas uma referência nas Escrituras de Pedro escrevendo da “Babilônia”, um nome às vezes usado para se referir a Roma, encontrado em I Pedro 5:13.
Em grande parte por causa disso e do aumento histórico da influência do Bispo de Roma (devido ao apoio de Constantino e dos imperadores romanos que o sucederam), vem o ensinamento da Igreja Católica Romana da supremacia do Bispo de Roma. Entretanto, as Escrituras mostram que a autoridade de Pedro era compartilhada pelos outros apóstolos (Efésios 2:19-20), e que a autoridade de “ligar e desligar” a ele atribuída era, da mesma forma, dividida pelas igrejas locais, não apenas seus líderes (veja Mateus 18:15-19; I Coríntios 5:1-13; II Coríntios 13:10; Tito 2:15; 3:10-11).
2) Em nenhum lugar as Escrituras afirmam que, para manter a igreja livre de erro, a autoridade dos apóstolos foi passada aos que eles ordenaram (sucessão apostólica). A sucessão apostólica é uma “leitura forçada” destes versículos que a Igreja Católica Romana usa para apoiar esta doutrina (II Timóteo 2:2; 4:2-5; Tito 1:5; 2:1; 2:15; I Timóteo 5:19-22). O que as Escrituras REALMENTE ENSINAM é que falsos ensinamentos se levantariam, vindo até do meio dos líderes da igreja, e que os cristãos deveriam comparar os ensinamentos destes líderes com as Escrituras, que são a única coisa que a Bíblia cita como infalíveis.
A Bíblia não ensina que os apóstolos eram infalíveis, a não ser quando o que escreveram foi incorporado às Escrituras. Paulo, conversando com os líderes da igreja na grande cidade de Éfeso, menciona a vinda de falsos mestres. Paulo NÃO os recomenda aos “apóstolos ou aqueles a quem seria passada sua autoridade”, mas a “Deus e à palavra da sua graça...” (Atos 20:28-32).
Mais uma vez, a Bíblia ensina que as Escrituras devem ser usadas como a medida padrão para determinar a verdade do engano. Em Gálatas 1:8-9, Paulo afirma que não é QUEM ensina, mas O QUE está sendo ensinado que deve ser usado para diferenciar a verdade do engano. Apesar da Igreja Católica Romana continuar a lançar a maldição “anátema” àqueles que rejeitam a autoridade do papa, as Escrituras reservam tal maldição àqueles que ensinarem um evangelho diferente (Gálatas 1:8-9).
3) Apesar da Igreja Católica Romana ver a sucessão apostólica como logicamente necessária para que Deus, de forma livre de erros, guie a Sua Igreja, as Escrituras afirmam que Deus providenciou por Sua igreja através de:
(a) As Escrituras Infalíveis (Atos 20:32; II Timóteo 3:15-17; Mateus 5:18; João 10:35; Atos 17:10-12; Isaías 8:20; 40:8; etc.). Nota: Pedro fala dos escritos de Paulo na mesma categoria de outra Escritura (II Pedro 3:16),
(b) O eterno sumo sacerdócio de Cristo no céu (Hebreus 7:22-28),
(c) A provisão do Espírito Santo, que guiou os apóstolos à verdade depois da morte de Cristo (João 16:12-14), que dá dons aos crentes para a obra do ministério, incluindo o ensino (Romanos 12:3-8; Efésios 4:11-16), e que usa a Palavra escrita como a Sua principal ferramenta (Hebreus 4:12; Efésios 6:17).
Apesar de ter havido homens bons e honrados (humanamente falando) que serviram como papas da Igreja Católica Romana, incluindo o Papa João Paulo II, o Papa Bento XVI e o Papa Francisco I, os ensinamentos da Igreja Católica Romana sobre a autoridade do papa devem ser rejeitados porque não estão de acordo com os ensinamentos da igreja original, a nós divulgados no Novo Testamento.
Esta comparação do ensinamento de qualquer igreja é essencial, sob o risco de deixarmos de ter os ensinamentos do Novo Testamento a respeito do evangelho, não apenas correndo o risco de deixarmos de ter vida eterna no céu, mas, sem saber, levarmos outros ao caminho errado (Gálatas 1:8-9). (gotquestions)
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O ensinamento da Igreja Católica Romana sobre o papa (“papa” significa “pai”) é baseado em e envolve os seguintes ensinamentos romanos católicos:
1) Cristo fez de Pedro o líder dos apóstolos e da igreja (Mateus 16:18-19). Em dar a Pedro as “chaves do reino”, Cristo não apenas fez dele líder, mas também fez dele infalível quando agindo ou falando como representante de Cristo na terra (falando de sua cadeira de autoridade, ou ex cathedra). Esta capacidade de agir no interesse da igreja de forma infalível quando falando “ex cathedra” foi passada de Pedro para seus sucessores, dando desta forma à Igreja um infalível guia na terra. O propósito do papado é guiar a Igreja sem cometer erros.
2) Mais tarde, Pedro se tornou o primeiro Bispo de Roma. Como tal, ele exercia a autoridade sobre todos os bispos e líderes da igreja. O ensinamento de que o Bispo de Roma está acima de todos os bispos em autoridade é conhecido como a “supremacia” do Bispo de Roma.
3) Pedro passou adiante a sua autoridade apostólica ao próximo Bispo de Roma, juntamente com os outros apóstolos que passaram adiante a sua autoridade apostólica aos bispos por eles ordenados. Estes novos bispos, por sua vez, passaram adiante a sua autoridade apostólica àqueles bispos que eles mais tarde ordenaram e assim por diante. Esta “passagem da autoridade apostólica” é conhecida como “sucessão apostólica”.
4) Baseados na alegação católica romana de uma corrente contínua de bispos romanos, os católicos romanos ensinam que a Igreja Católica Romana é a verdadeira igreja, e que todas as igrejas que não aceitam a supremacia do papa têm se desviado dela, a igreja única e verdadeira.
Depois de termos rapidamente visto alguns dos ensinamentos da Igreja Católica Romana a respeito do papado, a questão é se estes ensinamentos estão em concordância com as Escrituras.
A Igreja Católica Romana vê o papado e a autoridade infalível da “Igreja mãe” como sendo necessários para guiar a Igreja, e usa isto como raciocínio lógico para justificar a provisão de Deus neste assunto. No entanto, ao examinar as Escrituras, podemos achar o seguinte:
1) Apesar de Pedro ter sido central na primeira expansão do evangelho (parte do significado por trás de Mateus 16:18-19), o ensinamento das Escrituras, tomado em contexto, em nenhum lugar declara que ele estivesse em autoridade sobre os outros apóstolos ou acima da Igreja (veja Atos 15:1-23; Gálatas 2:1-14; I Pedro 5:1-5). Nem é jamais ensinado que o Bispo de Roma deveria ter supremacia sobre a Igreja. Ao invés, há apenas uma referência nas Escrituras de Pedro escrevendo da “Babilônia”, um nome às vezes usado para se referir a Roma, encontrado em I Pedro 5:13.
Em grande parte por causa disso e do aumento histórico da influência do Bispo de Roma (devido ao apoio de Constantino e dos imperadores romanos que o sucederam), vem o ensinamento da Igreja Católica Romana da supremacia do Bispo de Roma. Entretanto, as Escrituras mostram que a autoridade de Pedro era compartilhada pelos outros apóstolos (Efésios 2:19-20), e que a autoridade de “ligar e desligar” a ele atribuída era, da mesma forma, dividida pelas igrejas locais, não apenas seus líderes (veja Mateus 18:15-19; I Coríntios 5:1-13; II Coríntios 13:10; Tito 2:15; 3:10-11).
2) Em nenhum lugar as Escrituras afirmam que, para manter a igreja livre de erro, a autoridade dos apóstolos foi passada aos que eles ordenaram (sucessão apostólica). A sucessão apostólica é uma “leitura forçada” destes versículos que a Igreja Católica Romana usa para apoiar esta doutrina (II Timóteo 2:2; 4:2-5; Tito 1:5; 2:1; 2:15; I Timóteo 5:19-22). O que as Escrituras REALMENTE ENSINAM é que falsos ensinamentos se levantariam, vindo até do meio dos líderes da igreja, e que os cristãos deveriam comparar os ensinamentos destes líderes com as Escrituras, que são a única coisa que a Bíblia cita como infalíveis.
A Bíblia não ensina que os apóstolos eram infalíveis, a não ser quando o que escreveram foi incorporado às Escrituras. Paulo, conversando com os líderes da igreja na grande cidade de Éfeso, menciona a vinda de falsos mestres. Paulo NÃO os recomenda aos “apóstolos ou aqueles a quem seria passada sua autoridade”, mas a “Deus e à palavra da sua graça...” (Atos 20:28-32).
Mais uma vez, a Bíblia ensina que as Escrituras devem ser usadas como a medida padrão para determinar a verdade do engano. Em Gálatas 1:8-9, Paulo afirma que não é QUEM ensina, mas O QUE está sendo ensinado que deve ser usado para diferenciar a verdade do engano. Apesar da Igreja Católica Romana continuar a lançar a maldição “anátema” àqueles que rejeitam a autoridade do papa, as Escrituras reservam tal maldição àqueles que ensinarem um evangelho diferente (Gálatas 1:8-9).
3) Apesar da Igreja Católica Romana ver a sucessão apostólica como logicamente necessária para que Deus, de forma livre de erros, guie a Sua Igreja, as Escrituras afirmam que Deus providenciou por Sua igreja através de:
(a) As Escrituras Infalíveis (Atos 20:32; II Timóteo 3:15-17; Mateus 5:18; João 10:35; Atos 17:10-12; Isaías 8:20; 40:8; etc.). Nota: Pedro fala dos escritos de Paulo na mesma categoria de outra Escritura (II Pedro 3:16),
(b) O eterno sumo sacerdócio de Cristo no céu (Hebreus 7:22-28),
(c) A provisão do Espírito Santo, que guiou os apóstolos à verdade depois da morte de Cristo (João 16:12-14), que dá dons aos crentes para a obra do ministério, incluindo o ensino (Romanos 12:3-8; Efésios 4:11-16), e que usa a Palavra escrita como a Sua principal ferramenta (Hebreus 4:12; Efésios 6:17).
Apesar de ter havido homens bons e honrados (humanamente falando) que serviram como papas da Igreja Católica Romana, incluindo o Papa João Paulo II, o Papa Bento XVI e o Papa Francisco I, os ensinamentos da Igreja Católica Romana sobre a autoridade do papa devem ser rejeitados porque não estão de acordo com os ensinamentos da igreja original, a nós divulgados no Novo Testamento.
Esta comparação do ensinamento de qualquer igreja é essencial, sob o risco de deixarmos de ter os ensinamentos do Novo Testamento a respeito do evangelho, não apenas correndo o risco de deixarmos de ter vida eterna no céu, mas, sem saber, levarmos outros ao caminho errado (Gálatas 1:8-9). (gotquestions)
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O que a Bíblia diz sobre o fim do mundo?
Curiosidade Bíblica
A Bíblia responde:
O evento geralmente conhecido como "o fim do mundo" é descrito em 2 Pedro 3:10: "Virá, pois, como ladrão o dia do Senhor, no qual os céus passarão com grande estrondo, e os elementos, ardendo, se dissolverão, e a terra, e as obras que nela há, serão descobertas." Este é o culminar de uma série de eventos chamada de "o dia do Senhor", o momento em que Deus vai intervir na história humana com o propósito de julgamento. Naquele tempo, tudo o que Deus criou, "os céus e a terra" (Gênesis 1:1), Ele destruirá.
O momento deste evento, de acordo com a maioria dos estudiosos da Bíblia, é no final do período de 1000 anos chamado de milênio. Durante estes 1000 anos, Cristo reinará na terra como Rei em Jerusalém, sentado no trono de Davi (Lucas 1:32-33) e dominando em paz, mas com uma "vara de ferro" (Apocalipse19:15). No final dos 1000 anos, Satanás será solto, novamente derrotado, e então lançado no lago de fogo (Apocalipse 20:7-10). Então, depois de um julgamento final por Deus, o fim do mundo descrito em 2 Peter 3:10 ocorre. A Bíblia nos diz várias coisas sobre este evento.
Em primeiro lugar, será cataclísmico em escopo. Os "céus" referem-se ao universo físico - as estrelas, planetas e galáxias - que será consumido por algum tipo de explosão tremenda, possivelmente uma reação nuclear ou atômica que vai consumir e destruir toda a matéria como a conhecemos. Todos os elementos que compõem o universo serão derretidos no "calor ardente" (2 Pedro 3:12). Isso também será um evento ruidoso, descrito na Bíblia como um "grande estrondo". Não haverá dúvida quanto ao que está acontecendo. Todo mundo vai ver e ouvi-lo porque a Bíblia nos diz que "a terra, e as obras que nela há, se queimarão."
Então, Deus irá criar um "novo céu e uma nova terra" (Apocalipse 21:1) que incluirão a "Nova Jerusalém" (v. 2), a capital do céu, um lugar de santidade perfeita, que vai descer do céu para a terra nova. Esta é a cidade onde os santos - aqueles cujos nomes foram escritos no "livro da vida do Cordeiro" (Apocalipse 13:8) - viverão para sempre. Pedro se refere a esta nova criação como a "casa da justiça" (2 Pedro 3:13).
Talvez a parte mais importante da descrição de Pedro desse dia seja a sua pergunta nos versículos 11-12: "Ora, uma vez que todas estas coisas hão de ser assim dissolvidas, que pessoas não deveis ser em santidade e piedade, aguardando, e desejando ardentemente a vinda do dia de Deus, em que os céus, em fogo se dissolverão, e os elementos, ardendo, se fundirão?" Os cristãos sabem o que vai acontecer, e devemos viver de uma forma que reflita esse entendimento.
Esta vida está passando e o nosso foco deve estar nos novos céus e terra que estão por vir. Nossas vidas "santas e piedosas" devem ser um testemunho para aqueles que não conhecem o Salvador, e devemos falar sobre Ele a outras pessoas para que possam escapar do terrível destino que aguarda aqueles que O rejeitam. Aguardamos com expectativa pelo "Filho, a quem ele ressuscitou dentre os mortos, a saber, Jesus, que nos livra da ira vindoura" (1 Tessalonicenses 1:10).
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